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A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) lançou no dia 17 de maio mais um programa de fomento à inovação nos setores estratégicos previstos no Plano Inova Empresa, anunciado em março. Desta vez o governo está destinando R$ 2,9 bilhões, mais de 80% oriundos da Finep, para o setor aeroespacial e de defesa no plano Inova Aerodefesa, no período de 2013 a 2017. Além da Finep, também estão entre as instituições apoiadoras o Ministério da Defesa, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Agência Espacial Brasileira (AEB).
Objetivo do Plano Inova Aerodefesa é fomentar o adensamento da cadeia produtivaO objetivo do plano é fomentar o adensamento da cadeia produtiva, sendo que os repasses serão feitos por meio de linhas de crédito, subvenção econômica, suporte financeiro para cooperação entre empresas e instituições científicas e tecnológicas (ICTs), participação acionária e instrumentos de renda variável. Os equipamentos e serviços desenvolvidos também poderão ser objeto de programas de aquisição estratégica do governo para garantir a demanda futura.
Áreas de interesse
As linhas temáticas que receberão apoio são: aeroespacial (propulsão espacial, foguetes de sondagem e veículos lançadores, plataformas e satélites espaciais de pequeno porte e indústria aeronáutica); defesa (sensores e sensoriamento remoto e sistemas e subsistemas de comando e controle); segurança (sistemas de identificação biométrica, sistemas de informações e armas não letais); e materiais especiais (materiais para aplicações diversas, como fibras de carbono e compósitos, e ligas metálicas para aplicações especiais).
Finep ficará responsável pelo aporte de R$ 2,4 bilhões nas empresasDurante o evento de lançamento, em São José dos Campos (SP), o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Marco Antonio Raupp, afirmou que “o governo quer correr os riscos tecnológicos junto com as empresas inovadoras”. Glauco Arbix, presidente da Finep, destacou a importância da cidade paulista na área de inovação aeroespacial e disse que esse tema é “prioritário” para a agência ligada ao MCTI. João Carlos Ferraz, diretor do BNDES, pediu para que as empresas “não apresentem apenas projetos, mas planos de inovação”. “Queremos criar a cultura e a estética de redes de inovação”, explicou Ferraz.
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